Motor 3.3


Ontem, dia 29 de agosto, cheguei aos 33 anos, sem problema com a idade. Enquanto muitas se desesperam quando entram na casa dos 20, eu não estou nem aí. Os anos passam pra todos nós, e o que podemos fazer diante disso, é aproveitar sabiamente a vida, e deixar sementes boas para colhermos no futuro. Assim que eu penso, e tento viver, e fazer dos meus dias, algo melhor a cada dia. O dia ontem foi simples, tranquilo e em casa. Alguns recados no facebook, alguns no whatsapp, e eu só tenho que agradecer a Deus por ter me concedido mais um aninho de vida, e aos meus amiguinhos por poderem dedicar um pouquinho do seu tempo a me desejar tudo de bom. E nesses 33 anos, eu só tenho coisas a agradecer, pois os problemas são minúsculos perto das bençãos recebidas de Deus!

Encontrei esse texto sem querer, que fala exatamente o que eu penso:

Quantos anos tenho?
Tenho a idade em que as coisas são vistas com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo. Tenho os anos em que os sonhos começam a acariciar com os dedos e as ilusões se convertem em esperança. Tenho os anos em que o amos, às vezes, é uma chama intensa, ansiosa por consumir-se no fogo de uma paixão desejada. E outras vezes é uma ressaca de paz, como o entardecer em uma praia.
Quantos anos tenho?
Não preciso de um número pra marcar, pois meus anseios alcançados, as lágrimas que derramei pelo caminho ao ver minhas ilusões despedaçadas, valem muito mais que isso...
O que importa se eu faço 20, 40 ou 60?
O que importa é a idade que sinto. Tenho os anos que necessito para viver livre e sem medos. Para seguir sem temor pela trilha, pois levo comigo a experiência adquirida e a força dos meus anseios.

Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto...


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